MHN

O museu de História Natural de Mato Grosso, com o Laboratório de Anatomia Animal Comparada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) convida a todos para conhecerem o Pantanal por um novo ângulo com a exposição temporária “O Pantanal através dos esqueletos”.

A exposição propõe que os visitantes conheçam de perto o sistema esquelético de alguns dos animais que habitam a maior planície alagada do mundo e a relação de cada um deles com esse bioma tão importante e único.

Segundo a curadora do Museu, Vitória Ramirez Zanquetta, os visitantes poderão conhecer sobre a anatomia animal de forma simples e interativa. “Com a observação dos ossos os visitantes poderão entender a relação destes com os hábitos e habilidades de cada animal.”

Entre os esqueletos exibidos estão a Sucuri, com mais de 2 metros de comprimento, a Anta, o maior mamífero terrestre do Brasil, e o Tuiuiú, ave símbolo do Pantanal.

Serão realizadas visitas mediadas semanalmente para compartilhar com os visitantes informações aprofundadas sobre a exposição que ficará disponível para visitação até janeiro de 2022.

Além da exposição temporária, o visitante também poderá conhecer a exposição permanente que conta com um grande acervo paleontológico, arqueológico e etnológico. Valor da entrada: R$ 12,00 (inteira) R$ 6,00 (meia).

Texto: Radharani Kuhn

O Museu de História Natural de Mato Grosso lançou no mês de setembro a visita virtual em 360° da sua exposição permanente permitindo ao visitante conhecer o acervo do museu, guardião da história natural de Mato Grosso e da memória e fomento da cultura de populações tradicionais.

Além de ampliar o público de visitantes que não estejam em Cuiabá, a visita virtual serve como recurso de apoio aos professores que estão trabalhando remotamente.

Segundo Vitória Ramirez Zanquetta, curadora do Museu, ferramentas para acesso remoto aos museus têm se tornado cada vez mais importantes, especialmente após a pandemia da COVID-19. A ideia é que essa plataforma seja alimentada com cada vez mais conteúdos sobre o acervo, além de mídias que proporcionem maior acessibilidade, como áudio descrições e vídeos em libras.

O tour virtual está disponível através do link: https://museuhistorianaturalmt.com.br/museu360/.

Através de exposições e ações educativas, o Museu promove o conhecimento arqueológico, paleontológico e etnológico para a população mato-grossense, estudantes, professores e pesquisadores. 

Texto: Radharani Kuhn

Com o tema “Museus: perdas e recomeços” a edição comemorativa dos 15 anos da Primavera dos Museus, evento nacional promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), será realizada entre os dias 20 e 26 de setembro de 2021 com mais de 680 instituições inscritas e mais de 1.700 atividades em todo o Brasil. Dentre as atividades, está a programação do Museu de História Natural de Mato Grosso.

A cada ano, o Ibram lança um tema diferente para guiar as atividades dos museus. O deste ano é um convite à reflexão sobre a função dos museus em momentos de perdas, como a atual situação da pandemia da Covid-19 e o impacto não somente no presente, mas também nas memórias e no futuro dos brasileiros.

Programação Museu de História Natural de Mato Grosso:

22/09/2021 – 16h
AÇÃO EDUCATIVA – Disponibilização de vídeo da oficina “Ritxôkò/Ritxòò: O fazer das bonecas Iny/Karajá”

23/09/2021 – 16h
AÇÃO EDUCATIVA – Museu em Libras – Vídeo de uma visita mediada em Libras que compartilhará curiosidades sobre os animais pré-históricos de Mato Grosso.
Local: Instagram, Facebook e YouTube do Museu.

24/09/2021 – 11h
MUSEU 360º – Lançamento do Museu de História Natural de Mato Grosso 360º no site do Museu.

Acessos:
Instagram: https://www.instagram.com/museuhistorianaturalmt.
YouTube: https://www.YouTube.com/channel/UCoXQWdjt5sf8NfvY1X1VhFw.
Facebook: https://www.facebook.com/museuhistorianaturalmt.
Site: https://museuhistorianaturalmt.com.br.

O Museu de História Natural de Mato Grosso está localizado na Av. Manoel José de Arruda (Beira Rio), 2000 – Jardim Europa, Cuiabá. Ele tem a gestão compartilhada entre o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (ECOSS) e o Governo do Estado de Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer.
Telefones para contato: (65) 3634-4858 / (65) 9968-67701.

Radharani Kuhn – Assessora de Imprensa

A Coordenadoria Escolar de Educação Indígena, da Superintendência de Diversidades da Secretaria de Estado de Educação (SEDUC-MT) juntamente com o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (ECOSS) realiza no Museu de História Natural de Mato Grosso, entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, a oficina “Ritxõkò/Ritxòò: As Bonecas de Barro do Povo Indígena Iny\Karajá”.

São 140 vagas, com turmas organizadas em grupos de 20 alunos por período que terão a oportunidade de conhecer e construir a boneca de barro Ritxõkò e Ritxòò. As inscrições estão abertas e devem ser feitas por professores. As vagas são limitadas. Link de inscrição: https://forms.gle/hipdzH2HVvwwCRrg9.

A oficina pedagógica versa sobre a história e cultura indígena, patrimônio material/imaterial e educação ambiental através da Ritxõkò/Ritxòò. Ela é pensada com base na implementação da Lei nº 11.645/2008, que institui a obrigatoriedade do ensino de História e culturas indígenas nas escolas públicas e privadas, e dos Temas Contemporâneos Transversais: Meio Ambiente e Pluralidade Cultural.

Segundo Enir Maria Silva, coordenadora do Museu, o Instituto ECOSS sempre teve o comprometimento com as populações tradicionais. “Firmar este convênio com a SEDUC-MT é de suma importância para disseminar cada vez mais os conhecimentos indígenas à jovens e crianças do estado. O saber fazer das bonecas Ritxõkò/Ritxòò é patrimônio imaterial e deve ser conhecido e valorizado pela população como parte fundamental de nossa cultura. ”

A oficina será mediada por 4 indígenas da Aldeia Krerawã, localizada no município de Luciara. Uma professora vai ensinar a prática e cultura do povo indígena, e o diretor da Escola Estadual Indígena Hadori, Célio Kawina Ijavari, vai falar sobre o conhecimento ancestral da cultura do povo no estado do Mato Grosso sobre a boneca de barro Ritxõkò e Ritxòò.  

As atividades com foco educativo serão realizadas no espaço aberto do Museu seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19. 

O Museu de História Natural de Mato Grosso tem a gestão compartilhada entre o Instituto ECOSS e o Governo do Estado de Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer. Ele está localizado na Av.  Manoel José de Arruda (Beira Rio), 2000 – Jardim Europa, Cuiabá.

Foto: Iphan

Radharani Kuhn – Assessora de Imprensa

O Museu de História Natural de Mato Grosso, gerido pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss), promove nos dias 14 e 15 de agosto, o final de semana Kamalupe, com oficinas e atividades com brincadeiras ao ar livre, mão na massa e muito aprendizado. O evento é destinado a crianças de 6 a 12 anos e tem o valor de R$ 10,00 por período (manhã ou tarde), por criança.

Programação:

Sábado (14/08)

8h às 10h – Visita guiada
10h às 11h30 – Oficina de Stencil (trazer uma camiseta para ser customizada)
13h30 às 15h – Oficina de Cerâmica
15h às 17h – Sessão de Cinema

Domingo (15/08)

8h30 às 9h30 – Contação de histórias
9h30 às 11h30 – Caça ao tesouro
13h30 às 15h – Oficina de Pintura
15h às 16h30 – Brincadeiras no jardim

Inscrições através do link: https://forms.gle/ghN5SqKpipxASzU78.

Mais sobre cada atividade:

Oficina de Stencil
Vamos aprender como fazer um estêncil e usá-lo para criar estampas divertidas. Ao final da oficina cada criança terá uma camiseta personalizada!

Sessão de Cinema
Vamos assistir ao filme DINOSSAURO, que conta a jornada do iguanodonte Aladar para encontrar outros seres de sua espécie e mostra as condições climáticas da terra no período próximo a extinção dos dinossauros.

Oficina de Cerâmica
A argila é um material natural, utilizado desde a pré-história pelo homem para confeccionar utensílios e expressar sua cultura. A equipe do museu ensinará a manusear e transformar a argila em diferentes objetos.

Contação de hitórias
Conhecer as estórias de nosso povo permite que nossa cultura se mantenha viva. A arte educadora Liudimila compartilhará conosco estórias do imaginário local de forma lúdica e divertida. A área verde do Museu é um espaço que nos inspira a criar!

Caça ao tesouro
Vamos juntos buscar um tesouro que nos contará mais sobre a pré-história mato-grossense! Nessa aventura as crianças aprenderão a como ler um mapa, desvendar charadas e trabalhar em equipe.

Oficina de Pintura
A área verde do Museu é um espaço que nos inspira a criar! A artista Tânia Prado ensinará as crianças técnicas básicas de pintura para que elas transfiram suas inspirações para o papel através da tinta e do pincel.

Todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 serão seguidos durante as atividades.

O Museu de História Natural de Mato Grosso está localizado na Av.  Manoel José de Arruda (Beira Rio), 2000 – Jardim Europa, Cuiabá – próximo a Unic.

Radharani Kuhn – Assessora de Imprensa 

O Museu de História Natural de Mato Grosso é uma gestão compartilhada entre o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss) e o Governo do Estado de Mato Grosso, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL). Desde 1998, o Instituto Ecoss está na gestão da Casa Dom Aquino, casarão histórico que passou a ser o Museu de Pré-História Casa Dom Aquino, em 2006 e, posteriormente, em 2018, o Museu de História Natural de Mato Grosso.

Quando a Casa Dom Aquino foi transformada em museu, veio junto a necessidade e exigência do Ministério Público Estadual (MPE) da construção de uma reserva técnica para salvaguardar todo o material paleontológico, etnológico e arqueológico presente no local. Entre 2018 e 2020, o Instituto Ecoss conseguiu através de apoios institucionais vindos de empresas, o valor para a construção da reserva técnica com estrutura física adequada para salvaguardar as peças, sendo esse espaço, considerado por muitos pesquisadores que visitam o Museu, um dos melhores do Brasil.

A salvaguarda de materiais arqueológicos, etnológicos e paleontológicos garante o acesso da população aos artefatos tradicionais locais, que podem ser utilizados em atividades educacionais, científicas, culturais e de lazer.

O trabalho de salvaguarda de materiais tem sido feito pelo Instituto Ecoss há mais de 20 anos, com o desenvolvimento de pesquisas próprias através de projetos e articulações junto à empreendimentos que estavam sendo desenvolvidos no estado, para que os materiais que fossem encontrados durante a etapa de licenciamento ambiental ficassem salvaguardados no acervo do Instituto. Todo grande empreendimento precisa fazer, durante a etapa de licenciamento ambiental, análises arqueológicas e paleontológicas, e caso algo seja descoberto, é preciso deixar todas essas peças em um local adequado e com equipe especializada. Muitas vezes essas análises ajudam na descoberta de registros, até então, desconhecidos para a comunidade científica e também para a população da região.

A salvaguarda de materiais arqueológicos, paleontológicos e etnológicos contribui para a formação de mão de obra qualificada no estado, acesso do acervo à população e criação de alternativas de desenvolvimento científico e educacional relacionadas com as pesquisas feitas nos empreendimentos durante a etapa de salvaguarda.

Ao visitar o Museu de História Natural de Mato Grosso, alguns dos materiais mais relevantes encontrados durante essas pesquisas estão salvaguardados ou em exposição. Antes da fundação do Museu não se tinham muitos acervos disponíveis para a população do estado. Hoje, é possível conferir de perto uma coleção de materiais arqueológicos como urnas funerárias, ferramentas de pedra lascada e pedra polida e peças do século XVIII e XIX, como louças e materiais do período de escravidão e sesmarias. Além disso, o Museu conta com um grande acervo paleológico que conta desde as formas de vidas mais simples, como estromatólitos, a fósseis de animais marinhos de quando a região era mar, fósseis de dinossauros e animais gigantes da megafauna como a preguiça e o tatu gigante.

A construção da Reserva Técnica só foi possível através do apoio institucional, que é fundamental para o funcionamento dos museus e para o bem da população, que tem aquele espaço como ferramenta de aprendizado, lazer e cultura.

Antes de 1998, todo o material arqueológico, etnológico e paleontológico do Estado não permanecia em Mato Grosso, já que o Estado não possuía um local adequado para guardar essas peças. Foi então, que o Instituto Ecoss, que já realizava pesquisas na área, iniciou a gestão da Casa Dom Aquino através de parcerias, doações e voluntariado, ficando de 1998 até 2008, trabalhando com apoios vindos de empresas e doações para manter o local onde estavam peças fundamentais para contar a história natural de Mato Grosso. Nos anos de 2008 e 2009 e posteriormente a partir de 2018, chegaram os primeiros recursos do Governo do Estado, do qual o Instituto sempre teve uma boa relação de parceria, para contribuir com a manutenção do Museu e salvaguarda do acervo.

A reserva é reconhecida pelo Instituto Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN) e, em Mato Grosso, apenas o Instituto Ecoss e o Instituto do Homem Brasileiro possuem espaços adequados para a salvaguarda de seus materiais.

Radharani Kuhn – Assessora de imprensa 

O Museu de História Natural de Mato Grosso e o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss) promovem neste sábado, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, uma ação de plantio de mudas de árvores voltada para o público infantil, mostrando a importância de ações como essa para o meio ambiente.

Além disso, a equipe do Instituto Ecoss fará a limpeza da margem do rio Cuiabá, na área próxima ao Museu, e convida a todos que quiserem contribuir para participar. Durante a ação será realizada também a conscientização ambiental com os pescadores que estiverem no local.

Os participantes também terão um tour guiado pelo Museu para conhecer a exposição, a história da Casa Dom Aquino, a importância do rio Cuiabá e o cuidado com o meio ambiente. A programação acontecerá no período da manhã, tendo seu início às 8h30, com a visita guiada pela exposição.

As mudas foram doadas pela Feira Gaia e são das seguintes espécies: Caju, Goiaba, Bacupari, Jenipapo, Ipê-branco, Ipê-amarelo, Ipê-rosa, Pitomba e Jacarandá. Os participantes também poderão levar mudas para fazer o plantio em suas casas.

As atividades acontecerão seguindo todos os protocolos de segurança e, em sua maioria, em ambiente aberto.

O Museu de História Natural de Mato Grosso tem em suas instalações práticas sustentáveis como a bacia de evapotranspiração, cisterna e reúso de água, trabalhando diariamente em harmonia com o meio ambiente.

As atividades serão gratuitas para os inscritos e para participar é preciso fazer a inscrição através do link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScjtXLZ_LbxEU4tVKB7hTQlP2qCOoguF0kChwbEijByH4qY5A/viewform?usp=sf_link.

Radharani Kuhn – Assessora de Imprensa

O Museu de História Natural de Mato Grosso participa, de 17 a 23 de maio, da 19ª Semana Nacional de Museus, que acontecerá em todo o Brasil com programações simultâneas. Esse ano, o tema escolhido foi O futuro dos museus: recuperar e reimaginar, que propõe a reflexão sobre o futuro dos museus, mostrando que só é possível inspirar o futuro se existir um compromisso criativo com o presente.

A programação é gratuita e acontecerá online através do canal do YouTube https://www.youtube.com/channel/UCoXQWdjt5sf8NfvY1X1VhFw Instagram https://www.instagram.com/museuhistorianaturalmt/ e Facebook do Museu https://www.facebook.com/museuhistorianaturalmt.

A programação conta com atividades para adultos e crianças e terá intérprete de libras na live do dia 19/05, para maior acessibilidade.

Confira a programação completa da Semana Nacional de Museus e participe:

Dia 19/05 – 19h às 21h (horário de Cuiabá)

Live no YouTube “Qual Museu de História Natural de MT queremos para o futuro?”

Live para discutir o papel social do museu na contemporaneidade, os impactos da pandemia e como o Museu de História Natural de Mato Grosso se manterá relevante com as constantes e cada vez mais rápidas transformações sociais, abordando temas como tecnologia, acessibilidade, redes sociais e globalização.

Convidados:

Alberto Machado – Secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso

Suzana Hirooka – Diretora do Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss)

Jan Moura – Secretário Adjunto de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso

Saulo Moreno Rocha – Museólogo do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará

Jonilken Almeida – Educador museal e coordenador da REMP-MT

Vitória Ramirez Zanquetta – Curadora do Museu de História Natural de Mato Grosso

Dias 17, 20 e 23/05

Série de vídeos “Por dentro do acervo”

Série de 3 vídeos que mostram mais sobre o acervo e a reserva técnica, explicando sobre preservação, documentação e como esse processo é essencial na produção e transmissão do conhecimento. Os vídeos serão publicados nas redes sociais do Museu e são um esforço inicial de tornar o acervo mais acessível ao público e compartilhar as práticas cotidianas dos profissionais que trabalham no museu.

Dia 21/05

Contação de História “A Casa Dom Aquino”

Com a artista educadora Liudmila Diaz

Vídeo que será compartilhado no Instagram, Facebook e canal do Museu no YouTube, contando de forma lúdica, a história da importante casa que abriga o Museu de História Natural de Mato Grosso, a Casa Dom Aquino. A casa é Patrimônio Histórico do Estado e propagar sua história contribui para a valorização do Patrimônio Material do Estado.

Dia 22/05

Oficina de Carimbos

Com a artista educadora Liudmila Diaz

Vídeo que será compartilhado no Instagram, Facebook e canal do Museu no YouTube, ensinando como criar carimbos com diferentes materiais que temos em casa. Os carimbos produzidos terão foco na arte rupestre e nos padrões típicos de algumas etnias indígenas mato-grossenses. Dúvidas poderão ser esclarecidas via comentários.


Radharani Kuhn – Assessora de Imprensa

O Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss), em parceria com o Museu de História Natural de Mato Grosso arrecadaram, por meio de uma vaquinha on-line e doações de parceiros, o valor total de R$ 19.700,00 que foram convertidos em alimentos para mais de 100 famílias Xavantes e Xinguanas. Os alimentos foram entregues na segunda semana de abril, contemplando mais de 500 indígenas que estavam passando por necessidades devido à falta de alimentos nas aldeias.

A equipe do Instituto Ecoss saiu de Cuiabá em direção a Campinápolis onde foram entregues alimentos para as Aldeias Xavantes São Paulo e São Felipe. Depois seguiram para o município de Canarana, onde os povos Xinguanos Waurá e Kuikuro também receberam as doações.

Para fazer toda a logística, a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (SECEL) cedeu um carro com motorista para o transporte da equipe que foi realizar as doações. Já para levar os 3,5 mil quilos de alimentos, um caminhão foi locado com parte do dinheiro arrecadado.

No total foram arrecadados R$ 4.700,00 pela vaquinha on-line, na qual 6,4% ficam como taxa da plataforma, podendo ser sacado o valor de R$ 4.370,00; já o Instituto Ecoss participou com a doação de R$ 5.000,00; e a Archaeo Pesquisas Arqueológicas com o valor de R$ 10.000,00.

O Instituto Ecoss, o Museu de História Natural de Mato Grosso e todos os indígenas contemplados com as doações agradecem a todos que se mobilizaram de alguma forma para ajudar as mais de cem famílias indígenas que estavam passando necessidades devido à falta de alimento.

Radharani Kuhn – Assessoria de Imprensa